Violência escolar

criança chorando Violência escolar

Violência escolar: dura realidade das escolas brasileiras.

Um dos grandes desafios encontrados dentro do sistema educacional brasileiro é a violência escolar, seja ela praticada entre os alunos, ou entre aluno e  professor.

Neste post, iremos falar um pouco sobre esse problema tão comum nas escolas espalhadas pelo Brasil, como também, iremos dar algumas sugestões de como tentar resolver esse assunto.

A escola é considerada como uma instituição privilegiada para a formação de crianças, adolescentes e jovens, para fazer amigos e também para aprender. No entanto, em muitos casos, a escola possui seus próprios mecanismos de exclusão e seleção social, escolhendo alguns e colocando para fora outros. Esses “outros”, em geral, são os que não conseguem responder às expectativas quanto à aprendizagem, ao comportamento e ao relacionamento com os integrantes da comunidade escolar.

Existem, nesse contexto, diferentes tipos de violências que afetam o cotidiano das escolas, prejudicando crianças, adolescentes, jovens e o corpo técnico pedagógico, impedindo as escolas de realizar sua principal função social, que é ensinar. Desse modo, essas questões têm efeito direto sobre a qualidade do ensino, a vida de alunos, professores e pais. É comum que, convivendo-se durante várias horas por dia e fazendo atividades, nem sempre prazerosas para todas as partes, algumas relações se tornem mais complicadas. Tal fato não é em si um problema, mas pode se tornar caso o conflito gere relações violentas.

A escola é um local onde indivíduos são obrigados a conviver todos os dias, obedecendo a horários e a normas em comum. Alguns dos impactos da violência constituem-se em problemas visíveis; existe o que se pode chamar de violência institucional, – como a mudança constante e a falta de professores, de diretores e de funcionários, além dos problemas de infraestrutura. A maneira como os alunos se relacionam entre si e também com os professores, diretores etc. são tema fundamental com consequências profundas no que acontece no dia a dia da escola (ABRAMOVAY, CUNHA e CALAF, 2009).

Violência escolar

Tipos de violência

A escola não apenas reproduz as violências correntes na sociedade, mas produz formas próprias, de diversas ordens, tipos e escalas, que se refletem no dia a dia. Assim, recusa-se a tese de que a instituição não reflete somente um estado de violência generalizado que teria origem fora dela. Se fosse dessa maneira se retira do sistema de ensino sua responsabilidade sobre o processo de produção e enfrentamento da violência.

A perspectiva que afasta da escola a condição de produtora de violência não dá conta da complexidade da problemática, pois, a violência na escola é um fenômeno com muitas facetas que assume determinados contornos em consequência de práticas que acontecem nas escolas. As microviolências podem passar despercebidas e são muitas vezes consideradas normais por todos. Entretanto, possuem um impacto importante na criação de um clima de insegurança. As agressões verbais, especialmente os xingamentos, consideradas microviolências, incivilidades, desrespeito, ofensas, modos grosseiros de se expressar e discussões, ocorrem muitas vezes por motivos banais ou ligados ao cotidiano da escola.

Dentro de uma concepção ampla do fenômeno da violência e sua interferência no cotidiano escolar, microviolências são vistas efetivamente como violências, e são cada vez mais comuns. Embora, muitas vezes, as agressões verbais sejam compreendidas como fatos menores, “comportamentos típicos de adolescentes e jovens”, elas têm um impacto sobre o sentimento de violência experimentado por alunos, e podem ser, como se analisará mais adiante, uma das portas de violências físicas. Assim, alunos se ofendem com palavrões, apelidos, difamação, insultos, ofensas.

Quando se fala sobre as múltiplas violências ocorridas no espaço escolar, fala-se, principalmente, nas brigas aluno-aluno, entretanto, não se pode esquecer que os membros do corpo técnico-pedagógico dos estabelecimentos de ensino também são potenciais vítimas e agressores. Os professores queixam-se de insultos, palavrões, palavras agressivas, acusações, ridicularizações, violência verbal por parte dos pais entre outras. No entanto, os alunos também se queixam dos professores, exemplificando a maneira agressiva como muitos deles são tratados: arrombada, retardada, burra, marginais, medíocres, imprestáveis, drogados, raça podre, vagabundos, pobres, vadios etc. Termos que jamais poderiam ser utilizados por educadores, por mais desafiante seja uma turma ou um aluno.

Violência escolar

Algumas sugestões preventivas

O papel do professor, como do grupo gestor, é pôr em prática o processo educativo levando em consideração todas as limitações do educando, encarar o ensino com calma fazendo uma análise de todo o trabalho, o educador deve ter em si que toda escola há indisciplina e para se ter um bom resultado deve resolver e ser responsável de conter as aflições e conflitos dentro da escola, enfrentá-los com responsabilidade, pois precisam ser trabalhada adaptando à realidade do educando, e mais do que nunca, deve trabalhar por uma educação baseada em valores e em princípios de igualdade e equidade, utilizando a escola para a construção da cidadania, proporcionando às crianças as suas primeiras experiências de vida democrática, com a parceria família escola, incentivando aos pais a participar e acompanhar da educação dos seus filhos, não jogar só a culpa no professor e esperar que ele resolva sozinho, nem deixar que as situações vá acontecendo e ver no que vai dar.

As instituições de ensino devem sempre está desenvolvendo trabalhos escolares como: gincanas, eventos escolares nas datas comemorativas, palestras, dinâmicas, e assim realizará um trabalho de mais qualidade a qual estará trazendo os educandos a participar desses trabalhos e irá conter um pouco mais todos os problemas, a escola precisa encarar a indisciplina como parte do processo de ensino e aprendizagem, deve também criar conselhos para ter a participação de todos como: pais, estudantes, professores, demais funcionários, membros da comunidade local, e o diretor da escola, para contribuírem com a melhoria da qualidade de ensino através de discussões e opiniões de todos com o exercício de teimosia e insistência por uma melhor educação de ordem social cooperando uns com os outros em ações recíprocas.

Essas informações foram úteis para você? Se sim, e deseja saber muito mais sobre esse assunto, basta acessar a nossa plataforma que disponibilizamos o curso Violência Escolar. 

Autor

Izabel Barros

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